sexta-feira, 2 de março de 2012

Nota Legal cresce 141% e beneficia 256 mil pessoas




Balanço do GDF mostra consolidação do programa, que permitiu ao contribuinte destinar R$ 78,6 milhões ao pagamento de IPVA e IPTU

  O contribuinte do Distrito Federal usou neste ano R$ 78,6 milhões em créditos do programa Nota Legal para pagar os impostos Predial Territorial Urbano (IPTU) e Sobre Veículos Automotores (IPVA). O valor representa 241% a mais do que o registrado em 2011 e foi divulgado no balanço feito pela Secretaria de Fazenda (SEF) do DF na nessa quinta-feira. O número de pessoas que usou os recursos disponíveis também aumentou, passando de 106 mil no ano passado para 256 mil em 2012 – crescimento de 141%.

A maioria dos consumidores optou pelo IPVA. Entre os dias 28 de janeiro e 29 de fevereiro, R$ 60,1 milhões foram indicados para desconto (total ou parcial) do imposto de 181 mil veículos. Para o IPTU, o total de indicações chegou a R$ 18,4 milhões, reduzindo o imposto de 53 mil imóveis. Um grupo de 21.410 bens (imóveis e/ou veículos) recebeu créditos indicados por mais de um contribuinte.

“O Nota Legal se mostrou extremamente bem sucedido”, avaliou o secretário de Fazenda do DF, Marcelo Piancastelli. Ele afirmou que “a população confia no programa e está se tornando fiscal dos impostos”, porque, a partir do momento em que exige a emissão de nota, o brasiliense dificulta a sonegação fiscal.

No entanto, ainda há estabelecimentos que, mesmo solicitando a informação do CPF do consumidor, não registram compras. São restaurantes, supermercados, estacionamentos, lanchonetes e salões de beleza. “Em benefício do contribuinte, todas essas áreas serão mais bem fiscalizadas”, anunciou Piancastelli.

Após a emissão do documento fiscal de compra ou serviço, o lançamento é registrado pelo estabelecimento, na Secretaria de Fazenda, durante o primeiro mês após a compra. No mês seguinte, o registro deve aparecer no sistema. Se, ao consultar seu saldo pela internet, houver discordância sobre o valor, o contribuinte deve procurar a própria Secretaria de Fazenda para saber se o recurso está ou não registrado no Nota Legal. “Caso não esteja, nós iremos atrás e multaremos”, avisa o secretário.

Em geral, o problema é resolvido sem que o consumidor seja chamado pela Fazenda. Em alguns casos, no entanto, ele pode ser convocado a apresentar, em uma agência, o documento fiscal reclamado. Durante todo o ano de 2011, a SEF expediu 35 mil multas contra empresas que não informaram corretamente os valores dos cupons e notas emitidos com números de CPF. Cada penalidade vale R$ 58,66.

Descontos – A análise dos números relativos à opção pelo desconto no IPTU ou IPVA também demonstra o avanço do Nota Legal entre 2011 e 2012. Em termos de valores destinados ao IPVA, o crescimento foi de 248% – de R$ 17,2 milhões para R$ 60,1 milhões. Já o número de veículos aumentou 141% – passando de 75,2 mil para 181 mil.

No IPTU, o crescimento foi de 220% no valor destinado ao pagamento do tributo, que saiu de R$ 5,7 milhões para R$ 18,4 milhões. O número de imóveis registrou variação positiva de 163% – de 20,2 mil para 53,3 mil.

Todas as empresas dos setores previstos na legislação que criou o Nota Legal já estão participando do programa. São 70.797 estabelecimentos obrigados a inserir o CPF do consumidor nos documentos fiscais (nota ou cupom).

A adesão de mais empresas aumentou 44% o valor médio dos créditos distribuídos aos contribuintes. Em 2011, cada pessoa poderia utilizar, em média, de R$ 211. Este ano, o benefício médio subiu para R$ 305.

Os recursos não utilizados somente perdem a validade dois anos após a inserção no sistema. Valores acumulados a partir de janeiro de 2011 poderão ser abatidos dos tributos no ano que vem.


quinta-feira, 1 de março de 2012

Release Jornal Daqui



      Há alguns anos, o Jornal Daqui, luta pelo desenvolvimento Cultural, Informativo e Social no Distrito Federal.
     Neste sentido, como forma de divulgar às empresas, os produtos e serviços que estão disponibilizados nas comunidades e consumidores do Distrito Federal, estamos editando em parceria com a Mídia Impressa Jornal e Comunicação Ltda. O Jornal Daqui, no Formato Germânico com variação de 4 a 6 colunas sendo 16 páginas coloridas com uma tiragem mensal de 20.000 exemplares e com distribuição gratuita em São Sebastião, Rodoviária do Plano Piloto, Condomínio Jardim Botânico, Lago Sul e algumas cidades do entorno também  via mala direta nas residências.
    Neste projeto, esperamos contar com a participação de sua empresa, não só como cliente, mais como parceiro, para que tenhamos um Jornal eficiente e de qualidade para nossa região e suas potencialidades.

Segue abaixo nossa tabela de preços para divulgação:


              PÁGINA
               TAMANHO
                   VALOR

Capa  (pág. 01):
2 espaço de 13cm alt X 12,8 cm larg

R$ 500,00    

Capa verso  (pág. 16):
 (Com 2 espaços diferentes)
1º:1  espaço 16cm alt. X 26cm larg.

2º: 2  espaço 17,6 cm alt. X 12,8 cm larg.



1º R$ 500,00
2º R$ 400,00
(págs. 02 a 12)
espaço 7cm alt. X 26cm larg  
R$ 300,00
(págs. 13/14 e 15)
1º Espaço 7cm alt. X 8,5cm larg .
2º Espaço 7cm alt. X 12,8cm larg .

R$ 150,00

R$ 200,00
Página inteira 
Alt. 34,5 cm por Larg. 26 cm

R$ 5.000






Contato

Fone: 61 8468-0126 / 8145-5004 / 8428-7699 / 9106-6803 ( Poliana / Júnior )
E-mail: daquicomunicacao@gmail.com         





GDF anuncia medidas para controle de gastos






Dez ações fazem parte do plano para economizar despesas com folha de pagamento, de acordo com as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal. Meta é 
economizar R$ 153 milhões em 2012


 O Governo do Distrito Federal anunciou, nesta quarta-feira, 10 medidas de controle de gastos com pessoal, para evitar o risco de ultrapassar os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). As ações foram definidas depois de uma rigorosa análise técnica realizada por diversas secretarias do GDF e vão manter a folha de pagamento abaixo do limite prudencial definido pela LRF. O plano, detalhado em entrevista coletiva, tem a meta de economizar R$ 153 milhões em 2012.

O controle de gastos realizado em 2011 possibilitou ao GDF voltar a registrar superávit primário em suas contas, o que não ocorria desde 2008. Com isso, o governo recuperou a capacidade de firmar convênios e contrair financiamentos externos. “A situação fiscal do DF melhorou”, enfatizou o secretário de Transparência e Controle, Carlos Higino. Ele acrescentou que a questão a ser resolvida agora pelas medidas anunciadas é especificamente a da redução da folha de pagamento de servidores.

Durante o ano de 2011, mesmo com o saneamento das contas do governo, o montante total despendido com pessoal atingiu o patamar de 46,1% da receita corrente líquida. A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece como limite prudencial 46,55% da receita corrente líquida dos estados e do Distrito Federal.

“Devido ao compromisso do governador Agnelo Queiroz de cumprir todos os acordos firmados com os trabalhadores em governos anteriores, houve aumento na despesa com pessoal e ficamos muito próximos do limite prudencial”, explicou o secretário de Administração Pública, Wilmar Lacerda.

Caso não respeite os limites da LRF, a lei prevê uma série de sanções ao governo. Considerando o impacto dos acordos pré-estabelecidos e o crescimento vegetativo, a folha de pagamentos do GDF aumentará aproximadamente 15% este ano, enquanto a receita crescerá em torno de 12%. A série de medidas anunciadas para todo o ano de 2012 vai restabelecer a capacidade de gestão de pessoal e retomar as melhorias para o funcionalismo, desta vez de forma sustentável, em 2013.

Ao assumir o cargo, em janeiro de 2011, o governador Agnelo Queiroz tomou a decisão de honrar os acordos firmados por administrações anteriores com os servidores do governo e concedeu reajustes salariais que acresceram R$ 735 milhões à folha de pessoal do GDF. Foram 27 categorias beneficiadas por leis aprovadas e sancionadas em 2009 e 2010. Dessa forma, nenhuma categoria deixou de ter realinhamento de seus salários no ano passado. Em 2012, os reajustes concedidos no ano passado e o crescimento vegetativo da folha acarretarão em aumento de R$ 1,2 bilhão à folha de pagamento.

Redução de salários – Entre as ações anunciadas hoje estão a diminuição de 10% nos salários de todo o primeiro escalão do governo – o que inclui o governador, o vice-governador, os secretários de Estado e os administradores regionais –, a suspensão de novas nomeações de servidores e a redução de horas extras.

O secretário-adjunto de Governo, Gustavo Ponce, ressalta o significado do corte de salário nos altos cargos do GDF: “Foi uma decisão do governador Agnelo Queiroz reduzir os salários do primeiro escalão. Para governar bem, o administrador precisa dar o exemplo”.

Já o secretário de Administração Pública, Wilmar Lacerda, destacou que a diminuição das horas extras será a medida mais impactante e vai significar economia de R$ 65 milhões somente este ano. “Vamos manter as horas extras, com um controle muito rigoroso, apenas nas áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública. Nos outros setores não haverá mais horas extras”, explicou. Ele afirmou ainda que a Secretaria de Administração Pública centralizará as folhas de pagamento e vai exigir rigorosa justificativa de qualquer gasto a mais.

As medidas foram anunciadas durante entrevista coletiva em que participaram o porta-voz do GDF, Ugo Braga; os secretários de Estado de Administração Pública, Wilmar Lacerda; de Comunicação Social, Samanta Sallum; de Fazenda, Marcelo Piancastelli; de Planejamento e Orçamento, Edson Ronaldo do Nascimento; de Transparência e Controle, Carlos Higino, e o secretário-adjunto de Governo, Gustavo Ponce.

MEDIDAS PARA CONTROLE DE GASTOS DE PESSOAL

1) PRIMEIRO ESCALÃO
Reduzir em 10% os valores dos cargos de natureza política do governador, do vice-governador, dos secretários de Estado e dos administradores regionais.
Economia estimada: R$ 1,6 milhão/ano

2) CARGOS COMISSIONADOS
Reduzir o número de cargos comissionados ocupados principalmente por pessoas sem vínculo e que exerçam atividades de baixa complexidade, substituindo-os por terceirizados. Corte de pelo menos mil cargos comissionados, podendo chegar a 2 mil.
Economia estimada: R$ 40 milhões/ano

3) REAJUSTES
Suspender concessão de reajustes salariais em 2012.

4) REDUÇÃO DE GASTOS COM HORA-EXTRA
Suspender a realização de horas-extras em todas as áreas, com exceção de Saúde e Segurança Pública, que poderão realizar, mensalmente, 50% das horas-extras pagas em dezembro de 2011.

Economia estimada com a medida:
R$ 65 milhões em 2012

5) SUBSTITUIÇÕES DE CARGOS COMISSIONADOS
Disciplinar substituições onerosas. O superior hierárquico substituirá o subordinado.
Economia estimada: 4 milhões/ano

6) AMPLIAÇÃO DE CARGA HORÁRIA
Estabelecer cotas semestrais para ampliações de carga horária. Também será implantada medida restritiva para os demais órgãos do GDF. Pedidos de excepcionalidade serão encaminhados à Secretaria de Administração Pública (SEAP).

7) NOVAS CONTRATAÇÕES
Suspender novas contratações de servidores até 31 de dezembro deste ano. Exceções poderão ser feitas para as áreas de Saúde, Segurança e Educação para a reposição de aposentadorias e falecimentos.


8) NOVOS CONCURSOS
Suspender a autorização de novos concursos públicos até 30 de maio deste ano.


9) CENTRALIZAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO
Centralizar na Secretaria de Administração Pública os procedimentos para pagamento da folha de pessoal do GDF. Realizar mensalmente levantamento criterioso do crescimento das várias rubricas que compõem a folha de pagamento, de modo a possibilitar maior controle sobre o pessoal do governo e sobre o que é efetivado na folha de pagamento.


10) NEGOCIAÇÃO DAS EMPRESAS
Controlar o processo de negociação coletiva de trabalho das empresas públicas, consideradas independentes pela SEAP. Serão definidos padrões para negociações que impliquem aumento de despesas salariais. 

Jornal Daqui DF

JORNAL DAQUI DF =- EDIÇÃO 133