quinta-feira, 2 de agosto de 2012

GDF vai reforçar ações do Rede Mulher nas regiões administrativas




Programa com participação das secretarias da Mulher, de Educação, de Saúde, de Segurança Pública, entre outros órgãos, oferece seus serviços para as cidades. Meta é mobilizar 800 lideranças femininas até o fim do ano

Brasília, 2 de agosto de 2012 – O Rede Mulher, coordenado pela primeira-dama, Ilza Queiroz, e pela secretária da Mulher, Olgamir Amancia, definiu uma série de ações para fortalecer o atendimento do GDF às mulheres. Em reunião na Residência Oficial de Águas Claras com todas as participantes do Comitê Intersetorial de Mulheres do GDF, foi reforçada a mobilização para expandir o Mutirão Rede Mulher. Por meio de palestras e atividades de grupo, ele divulga entre as moradoras do DF informações sobre violência doméstica e oferece serviços especializados.  De maio a julho deste ano já foram realizados 15 mutirões nas regiões administrativas, que mobilizaram 470 lideranças femininas. A meta da Secretaria da Mulher é atingir 800 delas até dezembro de 2012.

“A informação empodera a mulher. Com ela é possível evitar a discriminação e a violência. Casos essas situações sejam inevitáveis, a mulher informada saberá a quem recorrer. Por isso, o mutirão é muito importante. Ele informa e conscientiza”, disse Olgamir Amancia.

O mutirão integra o programa Rede Mulher. Criado com o objetivo de promover a emancipação e a autonomia das mulheres do Distrito Federal, especialmente daquelas vítimas de violência, o Rede Mulher é uma política pública intersetorial que envolve diversas secretarias. Dentre elas, as de Saúde, Educação, Segurança e Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), além de outros órgãos do governo.
O programa está organizado em vários eixos de atuação, como o de alfabetização, o de prevenção e tratamento do câncer de colo de útero e do câncer de mama e o de divulgação da Lei Maria da Penha.

A iniciativa da Secretaria da Mulher, sob a coordenação da primeira-dama, Ilza Queiroz, combate uma situação cada vez mais noticiada no Brasil, a de agressões e assassinatos de mulheres.  Segundo a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), o Distrito Federal ocupa 1º lugar no ranking de denúncias feitas pelo Disque 180.  A central de atendimento recebeu 303,14 ligações a cada grupo de 100 mil mulheres entre janeiro e março deste ano. Em seguida aparecem os estados do Espírito Santo (275,15 a cada 100 mil mulheres), Pará (270,54), de Mato Grosso do Sul (264,74) e da Bahia (264,03).

“O Rede Mulher e todas as iniciativas do GDF de apoio e proteção às mulheres são determinantes para impedir que as vítimas de violência se sintam desamparadas. Contando com informação e estrutura de auxílio, elas conseguem romper o ciclo que tanto as oprime”, disse Olgamir Amancia.

Atividades – No mutirão são ministradas palestras, como, por exemplo,  “As Mulheres dão as Cartas”, na qual é esclarecida a Lei Maria da Penha, e oferecidas oficinas de prevenção à violência, além de dinâmicas de grupo. No encerramento, as participantes elaboram uma carta onde reforçam a importância da igualdade de gêneros e o respeito às conquistas femininas. A Secretaria da Mulher pretende reunir todos os documentos produzidos nos mutirões no livro “As cartas das Mulheres do Distrito Federal”.

O comitê intersetorial é presidido pela primeira-dama Ilza Queiroz. Fazem parte dele as secretárias de Comunicação Social, Samanta Sallum, da Igualdade Racial, Josefina dos Santos, a adjunta da Educação, Maria Luiza Fonseca do Valle, as primeiras-damas das administrações regionais, as administradoras regionais, as representantes de órgãos do GDF e demais lideranças.

Apoio e proteção - A Subsecretaria de Enfrentamento à Violência, da Secretaria da Mulher, garante às mulheres vítimas de violência três serviços de apoio e proteção. São eles:
Centros de Referência de Atendimento à Mulher (Crams). Eles estão localizados na Rodoferroviária e na Estação do Metrô 102 Sul. São espaços de acolhimento, atenção psicológica, social, orientação e encaminhamento jurídico à mulher em situação de violência. O atendimento pode ser feito  pessoalmente ou por telefone (3901-7098 ou 3961-1514).
Núcleos de Atendimento à Família e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavd’s). Equipes multidisciplinares de profissionais das áreas de psicologia, serviço social e assistência jurídica atendem em nove unidades no DF. O acesso da população a esses núcleos ocorre por meio de encaminhamentos de diversas instituições como Programa Casa Abrigo, os juizados Especiais Criminais e Varas de Violência Doméstica do TJDF e Ministério Público do DF. Os Nafavd’s estão localizados em Brasília, Santa Maria, Gama, Ceilândia, Brazlândia, Planaltina, Samambaia, Paranoá e Núcleo Bandeirante.
Casa Abrigo. Ela acolhe mulheres vítimas de violência que estejam sujeitas a risco de morte. O atendimento nesta unidade só ocorre por intermédio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) ou por determinação da Justiça. A delegacia de polícia deve oferecer transporte à mulher e a seus dependentes para deslocamento até a casa, ajudando, se necessário, na retirada de seus pertences do domicílio familiar.
Serviço:
Disque Direitos Humanos da Mulher: 156 – opção 6

Mais detalhes

Chico Vigilante solta o verbo na CLDF



Editar
Ao fazer uso do comunicado de líderes na primeira sessão ordinária, na volta do recesso parlamentar, o deputado Chico Vigilante (PT), destacou a cassação do segundo senador da República, Demóstenes Torres (GO), no Congresso Nacional, como um fato que marcou a história política recente do País. Segundo o deputado, “aconteceram coisas extremamente positivas para o Brasil enquanto neste recesso”.
Chico Vigilante relembrou que o senador cassado esteve na Câmara Legislativa para protocolar um pedido de impeachment contra o governador do DF Agnelo Queiroz. “Aquele senador que pousava como a vestal está cassado agora e o governador Agnelo foi à CPMI prestou depoimento, mostrou que o que foi dito contra ele não passava de denúncias inverídicas e agora está aí governando o DF”, observou.
 Lugar de criança é na creche
Em resposta ao comentário da deputada Eliana Pedrosa sobre uma escola na Estrutural, Chico Vigilante destacou que não é apenas uma, mas 300 escolas estão em recuperação. “Fruto da irresponsabilidade de governos passados”, alfinetou Chico. “Mas nós vamos reconstruir todas elas”, garantiu.
E explicou que o GDF também está licitando a construção de 30 creches, sendo três delas na Ceilândia, além de outras em cidades como Sobradinho, Guará, Planaltina e outras regiões do DF.
O deputado ressaltou diversas realizações deste governo, como a inauguração da duplicação e restauração da DF-150, realizadas nos 14km entre o Balão do Colorado e a Fercal. Iniciadas em 2009, as obras foram paralisadas por problemas técnicos, ambientais e de licenciamento. O empreendimento foi retomado no início do governo Agnelo Queiroz, após regularização das pendências. Segundo Chico, este governo está desenterrando caveiras.
Vencer o crack, um desafio de todos
O parlamentar disse também que o grande desafio do governo é a segurança pública. “Estamos trabalhando nisso”, argumentou. E destacou o crack como uma epidemia alastrada no país todo e não apenas no DF. Para ele, um assunto que não é apenas de competência do governo, mas do conjunto da sociedade. “Uma união de forças entre as igrejas, que tem um papel muito importante nesse processo, os governos, mas principalmente a sociedade”, ressaltou o deputado.
Vigilante destacou ainda o trabalho de um grupo de jovens universitários cristãos do Setor PSul na Ceilândia, que vestidos apenas da fé e da determinação de ajudar o próximo, saem da faculdade à noite direto para as ruas, para ajudar viciados em crak. “São moças e rapazes que trabalham voluntariamente pela causa do ser humano, que optaram pela caminhada da fé”, diz Chico. O grupo denominado de Missão Cristolândia é ligado à igreja Batista. A meta é recuperar pessoas viciadas em carck e outrso tipos de drogas, perdidos nas ruas do DF.
O deputado conheceu melhor o Projeto Cristolândia durante uma visita que fez ao grupo na igreja, na manhã do último dia 24 de julho, na QNP 28/32. Na ocasião, uma jovem relatou ao deputado que o grupo retirou um rapaz completamente drogado de dentro do esgoto.
Chico Vigilante relembrou ainda a situação de outros usuários da droga que se utilizam da marquise do restaurante comunitário no centro de Ceilândia para se abrigar. “As pessoas que almoçam no local ficam incomodadas com a presença dos usuários de crak, elas têm nojo deles. Todos nós temos que dar as mãos para vencer essa epidemia, essa desgraça que assola nossa sociedade, que é o crak. Só assim sairemos vitoriosos dessa briga”.

Após a inauguração, Agnelo conduziu o ministro em uma visita pelo Hospital.



Editar
Os investimentos continuam no Hospital de Base. O governador Agnelo Queiroz e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inauguraram a ampliação do centro neurocardiovascular, na manhã de hoje. 
Após a inauguração, Agnelo conduziu o ministro em uma visita pelo Hospital. Os resultados de mudanças feitas na gestão impressionaram Padilha. 
“Desde minha última visita, em fevereiro, fiquei impressionado com a grande melhora nos pontos que havíamos decidido como prioritários para o Hospital de Base”, comemorou o ministro. 
A taxa de ocupação de leitos caiu de 196% em fevereiro, para 107% em julho. Ou seja, para 100 pacientes internados em leitos, havia 96 colocados em macas. Hoje, para cada 100, existem 7 pacientes em acomodações inadequadas.

“Na última visita, mal conseguíamos caminhar por alguns corredores, pois estavam cheios de macas. Hoje temos os corredores livres”, destacou o ministro Alexandre Padilha.
O ministro também elogiou a criação de 30 leitos de UTI no Hospital de Base em junho. Desde o início da atual gestão do GDF, foram criados 130 novos leitos de UTI.
A previsão do governo é elevar esse número para 200 até o final do ano. 
“Nunca houve um investimento como o que estamos fazendo na Saúde do DF. Até 2011, existiam 206 leitos de UTI no DF. Ou seja, em 1 ano e meio de governo quase dobramos esse número”, destacou o governador Agnelo. 
Também foi inaugurada a central de monitoramento por vídeo da recepção do hospital. Onze câmeras ajudam a manter o atendimento à população. As imagens são acessadas à distância pelo GDF e pelo ministério da Saúde, como parte do programa federal SOS Emergências.

Jornal Daqui DF

JORNAL DAQUI DF =- EDIÇÃO 133