domingo, 5 de agosto de 2012

Jovem de 19 anos morre ao ser baleado no peito em frente a uma igreja em São Sebastião


Bombeiros ainda conseguiram prestar o resgate, mas vítima morreu a caminho do hospital


Gustavo Frasão, do R7

Um jovem de 19 anos morreu na madrugada deste sábado (4) em São Sebastião, região administrativa do DF, em frente a uma igreja da cidade.

O rapaz levou um tiro no peito em via pública por volta das 3h30. Ao ser baleado, a vítima ainda conseguiu andar cerca de 20 metros, mas acabou não resistindo e caiu em frente a igreja localizada na avenida principal.

Vizinhos ouviram o disparo e acionaram o Corpo de Bombeiros, que ainda tentaram prestar os primeiros socorros. No entanto, o jovem não resistiu e morreu a caminho do hospital.

A ocorrência foi registrada na 30ª DP (São Sebastião) que investiga o caso. Ainda não existem pistas dos suspeitos e nem se sabe o que motivou o crime.
Mais violência
No último dia 26, um adolescente levou dois tiros em São Sebastião, região administrativa do DF. O crime aconteceu em via pública e a polícia acredita que tenha sido uma briga entre gangues rivais.

O jovem, de 16 anos, estava andando na rua quando levou dois tiros. O suspeito conseguiu fugir, mas a polícia tem uma linha de investigação.

Tadeu Filippelli mostra que o papel do vice vai muito além de apenas substituir o titular



Editar
Tocador de obrasTadeu
Filippelli mostra que o papel do vice vai muito além de apenas substituir o titular
Um ano e sete meses de governo. Tempo em que o vice-governador Tadeu Filippelli passou debruçado em projetos, reuniões, além de visitas para verificar as necessidades e o andamento das obras no Distrito Federal.
Um trabalho que não foi em vão. Basta uma volta pelo DF para ver que de ponta a ponta todas as regiões administrativas estão ganhando cara nova, recebendo investimentos e tendo a certeza de que se trata de um novo caminho. Num descontraído bate-papo, Tadeu Filippelli recebeu a equipe deste blog para um café da manhã.
O vice-governador falou das dificuldades do início do governo (cheio de problemas, incluindo o mato alto e a dificuldade de obter crédito), também explicou as mudanças  no transporte público, as obras essenciais de cada região e a movimentação política na Capital.
Nesse contexto, Filippelli não escondeu nada. Deixou claro a boa relação com o governador Agnelo Queiroz, a aliança com o Governo Federal e comentou a relação Executivo/Legislativo.

ceiladiaemaleta.com.br: Para o senhor as dificuldades do Governo já foram superadas, ou ainda falta algo?  
Filippelli: De forma alguma, apenas chegamos ao ponto de início do Governo que gostaríamos de ter tido em primeiro de janeiro de 2011. Nós só resgatamos e vencemos parte das dificuldades. Atravessamos uma crise em 2009 e 2010. Isso é inquestionável.
Mas olhando para o Governo do Arruda, vejo que ele teve os mesmos números que tivemos no começo de mandato. Então, não me abalo com isso. Prefiro ter consciência naquilo que estamos fazendo, saber que estamos fazendo o certo, não expondo nossos gestores públicos.
Temos que ter atenção com a nossa equipe, pois são pessoas valiosas e temos que zelar por isso. Devemos trabalhar com muito cuidado.
Temos a alegria de em um ano e sete meses depois poder dizer publicamente que nesse tempo, agora com todos esses trabalhos, obras, realizações do governo aparecendo, nós podemos comemorar que em momento nenhum nós transgredimos uma recomendação do Tribunal de Justiça, do Tribunal de Contas, do Ministério Público e Meio Ambiente.
ceilandiaemalerta.com.br: O senhor falou da relação com o Tribunal de Contas e Ministério Público. O senhor acredita que esse tipo de relação com o atual Governo está contribuindo para agilizar alguns processos que houveram no passado? Por exemplo, antes havia muitos Termos de Ajustamento de Conduta, descumprimento de decisões do próprio Tribunal de Contas?
Filippelli: Eu prefiro dizer o seguinte: talvez essa não seja a forma mais rápida de trabalhar, fazendo todas essas exigências, atendendo uma a uma, até a certeza e convicção de todo o processo formado. Tenho a alegria de dizer que na área de infraestrutura, apenas uma dispensa de licitação foi usada até hoje. Os contratos emergenciais foram feitos apenas aqueles cobertos pela lei, um número quase insignificante.
Agora, sabemos da dificuldade que atravessamos ao montar esses processos e criar algo dessa forma. Poderíamos em determinadas horas, talvez com certa dificuldade entre instituições, como por exemplo, o Tribunal de Contas e Governo do DF recorrer ao Tribunal de Justiça cassando algumas decisões do Tribunal de Contas. Com isso teríamos cobertura tranquila. Mas nunca fizemos isso.
Na própria licitação de transporte público, o que é crucial cada dia que passa, nós ganhamos 14 representações, se eu não me engano, que entraram contra a licitação. Ganhamos todas, inclusive algumas com mérito julgado. Preferimos lapidar a questão com tranquilidade e construir não apostando nas dificuldades institucionais.
ceiladiaemaleta.com.b: O Senhor tem essas 14 representações de empresas que entraram na justiça, e nós temos aí o processo da Fácil, que se arrasta até hoje, apesar do Governo ter retomado. O senhor acha difícil essa questão do transporte aqui no DF, pois ainda existe uma grande concentração em algumas mãos que atrapalham a licitação?
Filippelli: O problema no transporte do DF é na verdade o problema mais grave que existe. A saúde é grave, provoca mortes. Mas no transporte, cerca de 2,5 milhões de pessoas do DF usam carro, ônibus ou o metrô e sofrem algumas vezes por dia o reflexo de um sistema de transporte deficiente. Então eu digo que o DF tem 52 anos, mas tem 100 anos de atraso no transporte. Eu não culpo apenas os empresários, culpo também o Governo.
Os empresários têm recebido atenção do Governo dentro da possibilidade. Existe alguns fatos que chegam a casa da população e isso é comemorado, por exemplo, a primeira coisa que fizemos foi a busca da faixa exclusiva e a passagem do sistema Fácil para o Governo.
Aí é o ponto de partida de tudo, porque o Fácil tem um sistema eletrônico de bilhetagem, ele que nos dá o número de pessoas que viaja por dia e o trajeto que fazem. Sem isso não existe como calcular uma tarifa. Outro fato que já se reverteu da melhor forma foi às filas que se viam no Fácil, desrespeitando pais de família.
Nas plataformas de embarque no metrô você recarrega os cartões do metrô, uma mudança do nosso Governo. Os números de carros no metrô também aumentaram, ou seja, mais uma mudança do nosso Governo.
A partir de pontos de sistema de bilhetagem eletrônica e estudos iniciado em Governo anterior, mas, sobretudo encarado com determinação do Governo Agnelo, nós conseguimos montar o PDTU, Plano Diretor de Transporte Urbano, que colocamos o olho no futuro.
Apresentamos em abril na Câmara, e aprovamos uma das leis mais importante do DF, que serve pra balizar todo o sistema de transporte público de Brasília ao longo dos 20, 30 próximos anos, e não mais em função de vertente política.
Meses depois, o Governo Federal impôs como exigências para repassar dinheiro aos estados, que todos tenham o seu PDTU e nós nos antecipamos. Foi uma visão de futuro.
Ainda nessa área de transporte, fizemos oito encabeçamentos de pontes viadutos na Epia, implantamos um sistema de transporte por ônibus executivo para o aeroporto.
Começamos com dois mil passageiros transportados ao mês, quase nada, e hoje já passamos de 16 mil e todo mês aumenta mais. Iniciamos, também, a segunda maior obra do Governo, depois do Estádio, que é o VLP que liga Santa Maria e Gama a estação rodoviária interestadual.
Portanto eu acredito que todas as outras áreas, a exemplo do transporte, têm balanços fantásticos pra serem apresentados. Outra coisa muito importante é a firmeza do Governo, caso contrário já tinha desistido. 
 ceilandiaemalerta.com.br: E sobre a obra que liga a Samambaia a Ceilândia. O senhor acredita que isso também foi um marco de um novo momento vivido pelo Governo?
Filippelli: Eu falo pela própria história do senhor, que ajudou a idealizar o projeto e por anos tentou que aquela obra ficasse pronta, mas só agora foi concluída.
Aquela obra foi um pensamento que eu levei na época que eu era secretário, em 2001. Então naquela época começou o esforço. O interessante é que todo gesto da política tem que ter uma leitura.
Todas as obras que foram encontradas inacabadas estão sendo retomadas. Só existe uma obra que não foi retomada, isso por conta da justiça. Em virtude da anulação do contrato do VLT, que é uma obra que ainda vai ser retomada, só podemos retomar assim que tiver uma perícia da justiça que sirva de ponto de partida para idealização daquilo que começou a ser feito. Então, não podemos tocar enquanto não terminar a perícia judicial.
Não podemos terminar o Governo sem terminar aquela obra. Estamos fazendo um esforço muito grande pra licitar e assim nosso compromisso terminar.
ceiladiaemaleta.com.br: Dentro dessa perspectiva e retrospectiva, digamos que o senhor e governador estão fazendo um Governo para os próximos 50 anos do DF?
Filippelli: Se você analisar as obras que nós recebemos anteriormente, vai observar que estava cercado de uma fragilidade muito grande, que nos resultaram em problemas. Um exemplo a ser dado é a EPTG, ela é um pequeno trecho da Pista Oeste. Um eixo que sai da estação rodoviária de Brasília até o Sol Nascente.
Então é um grande sistema, onde a EPTG representa apenas 1/3. Ela foi inaugurada sem sinalização e sem drenagem. Só para isso tivemos que fazer novas licitações pra colocá-la pra rodar com segurança. Estamos agora idealizando a adequação de pontos, onde queremos que os ônibus que trafegam pelas suas marginais passem para a via expressa de concreto. Isso mudaria o fluxo de veículos.
Já apresentamos ao governador Agnelo e ele já aprovou essa adequação. Estamos agora, trabalhando em uma linha orçamentária pra colocar em licitação dentro dos próximos dias. É um trabalho bem simples e pequeno, mas com um resultado que marcará a história do DF. 
ceiladiaemaleta.com.br: O senhor atribui, também, esses bons resultados ao relacionamento com o Governo Federal? Principalmente por ter trabalhado com um orçamento do atual grupo político?
Filippelli: Essa identidade que temos com o Governo Federal permite que Brasília desfrute de um fato que eu falava que até hoje não tinha desfrutado. Vários estados sofrendo uma verdadeira transformação.
Já o DF ficou a quem nesse tempo, o que hoje permite que a gente possa desfrutar desse novo momento do Brasil e essa identidade que temos. Sem dúvida nenhuma fez diferença e ajudou profundamente.
ceiladiaemaleta.com.br: O senhor acredita que as relações de hoje entre os poderes daqui do DF, Legislativo e Executivo, estão bem?
Filippelli: Sim. Até porque o equilíbrio exigido para ser um vice-governador é um fato muito especial. É uma tensão muito grande. Acredito que eu tenha contribuído com o trabalho e não criado constrangimento ou dificuldade pro Governo. Eu torço para que essa convicção que eu tenha seja o real resultado do trabalho que estamos fazendo em parceria com o Agnelo. Até porque o Governo é um só e o governador é ele. Esse mesmo entendimento a gente também tem relação ao poder Legislativo. O que estrutura essa boa relação é o respeito de um poder com relação ao outro.
ceiladiaemaleta.com.br: O senhor é tido como um dos principais articuladores com os deputados distritais, e a gente sabe, é público que eles têm enorme simpatia pelo senhor. Considera isso mesmo?
Filippelli: Existem particularidades que não podemos deixar no esquecimento. Se você analisar bem, hoje o Buriti pela primeira vez na história do DF tem um governador e o vice que começaram a vida política em Brasília. A única experiência nossa foi aqui.
Começamos como deputados distritais e deputados federais. Qualquer pessoa que queira chegar ao Executivo deveria passar pela Câmara Legislativa. É uma escola. Quem poderia imaginar um dia, em uma aliança de PT e PMDB em Brasília? Eu fui líder de oposição durante o Governo Cristovam.
No entanto, uma das pessoas que eu tenho grande amizade é o Governador Cristovam. Mesmo em oposição, tivemos respeito um pelo outro. Isso é fundamental. Esse momento que vivemos em Brasília é marcado por esse fato. 
ceiladiaemaleta.com.br: Sabendo dessa trajetória, tanto do senhor quanto a do governador Agnelo Queiroz, hoje o Governo tem 14 partidos na base de coligação. O que nós estamos vendo é uma aliança de fato que está sendo construída para um futuro próximo. Como você vê essa aliança entre PMDB e PT?
Filippelli: Essa aliança tem vários momentos importantes. Em uma aliança você nunca deve parar de dar atenção a ela e de construí-la. Mas é simples, no primeiro momento, todos os grupos políticos que estavam à margem desse esforço entre PMDB e PT apostavam que eu não conseguiria conduzir o PMDB a essa aliança. Apostavam que o PT também não seria comum a essa ideia.
Nós tivemos convenções difíceis e nervosas, mas conseguimos esse grande entendimento. Com isso vieram às criticas de todo segmento de oposição a nós, dizendo que não conseguiríamos trabalhar no campo com as equipes.
Chegando a vitória, e veio outro discurso da oposição dizendo que iríamos romper uma formação no Governo. Demos demonstração que montamos um Governo sem conflitos.
Eu costumo falar que estamos vacinados. Se todo dia a gente for ceder a pequenas conspirações nós já teríamos rompido umas 22 vezes. Bobagem. Temos que ter muita calma e tranquilidade. Em nossa base o que nos respalda é a aliança entre todos os partidos.

GDF estimula amamentação



Madrinha do projeto Sala de Apoio da Amamentação no DF, a primeira-dama, Ilza Queiroz, participa da campanha de aleitamento materno no Parque da Cidade e orienta mães a darem continuidade ao processo de amamentação. Governo abrirá salas de apoio em órgãos públicos

O Governo do Distrito Federal está empenhado em aumentar o número de mulheres que amamentam até o sexto mês de vida da criança, mesmo após o retorno das mães ao trabalho. Hoje, esse índice é maior do que a média nacional, de 41%. No DF, 50% das mulheres nessa fase seguem amamentando, mas a atual gestão quer elevar esse percentual para 90%. É o que revelou a primeira-dama, Ilza Queiroz, que é médica obstetra e madrinha do programa Sala de Apoio da Amamentação no DF.

Durante evento em celebração à 20ª Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Parque da Cidade, neste domingo, Ilza Queiroz esclareceu que o GDF desenvolve projeto para abrir salas de amamentação em todos os órgãos e empresas da administração direta, seguindo o programa Sala de Apoio da Amamentação do Ministério da Saúde. A primeira será inaugurada nesta terça-feira (7) e funcionará no posto médico do Palácio do Buriti.

 “A sala de amamentação vai facilitar a vida da mulher que retorna ao trabalho, pois ela continua a produção de leite. É um ambiente de apoio onde ela vai retirar o leite e levar para o filho tomar em sua ausência”, detalhou a primeira-dama.

“O Palácio do Buriti vai servir como modelo. A tendência, a partir daí, será que as secretarias façam a adesão. A importância da sala de amamentação é que, além de dar o leite para o próprio filho, se a produção for excedente, a mulher poderá ainda doar o leite retirado”, ressaltou o secretário-adjunto de Saúde, Elias Miziara.

No local serão disponibilizados materiais como gorros, máscaras, vidros esterilizados com tampas de plástico e freezer para o acondicionamento do leite. “Nossa intenção é que todas as servidoras, efetivas ou terceirizadas, que ainda amamentam e trabalham no Palácio do Buriti e no anexo, façam a coleta e armazenagem do leite para garantir o leite materno ao ser filho e a outras crianças”, explica a coordenadora de Aleitamento Materno e do Banco de Leite Humano da Secretaria de Saúde, Miriam Santos.

A orientação do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal é de que o tempo mínimo de aleitamento materno seja de seis meses, sendo recomendado por dois anos ou mais.

Celebração – Mães e filhos, além de servidoras das regionais de Saúde do DF comemoraram a 20ª Semana Mundial de Aleitamento Materno, na manhã de hoje, no Parque da Cidade. “Amamentar, além de ser um ato de amor, é um ato de saúde. Com o leite materno a criança recebe o alimento na temperatura ideal e com todos os nutrientes que ela necessita”, assegurou a primeira-dama, Ilza Queiroz, ao lado das secretárias da Mulher, Olgamir Amancia, e da Criança, Rejane Pitanga, dentre outras autoridades.

No local, as mulheres receberam orientações sobre amamentação, assistiram à apresentação da banda do Corpo de Bombeiros e participaram da competição “Soletrando da Amamentação”, com sorteio de brindes para as crianças. A programação ofereceu ainda apresentação de rap e forró, além de brinquedos como cama elástica. Na ocasião, a Secretaria da Mulher realizou um levantamento sobre a percepção das mulheres em relação à amamentação.

A 20ª Semana Mundial de Aleitamento Materno conta com a participação de mais de 120 países. Começou em 1° de agosto e segue até o próximo dia 7. No Brasil, o tema é "Amamentar hoje é pensar no futuro”.

No Distrito Federal existem 19 unidades de coleta de leite materno: dez bancos de leite em hospitais regionais, dois no Hospital das Forças Armadas e Hospital Universitário de Brasília, dois postos de coleta em São Sebastião e em Samambaia, além de quatro bancos de leite e um posto de coleta em hospitais da rede privada.

De janeiro a junho deste ano, os bancos de leite humano do DF coletaram 8.958,5 litros de leite materno a mais do que no mesmo período do ano passado. Levantamentos mostram que nos cinco primeiros meses de 2012 os bancos de leite humano da rede receberam 7.461 litros, enquanto no mesmo período do ano passado foram 6.405 litros.

Toda mulher que esteja amamentando pode doar. Basta ligar para os telefones 3325-4207 ou 3445-7597 e se cadastrar. A voluntária não precisa ir ao hospital, já que o leite é recolhido em casa, pelo Corpo de Bombeiros.



-- 
Mais detalhes

Jornal Daqui DF

JORNAL DAQUI DF =- EDIÇÃO 133