sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Programa da Capoterapia: “a ginga dos mais vividos” e CAPOEIRA oferece 2.000 vagas gratuitas para o DF e entorno




Desde 1998, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade.
Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a Capoterapia, iniciado por mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.
Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.
A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.
Nas dependências do campus da. Universidade Católica de Brasília em Taguatinga (DF), a prática da capoterapia tem um aliado fervoroso, um defensor entusiasta. É o professor Ronaldo Rodrigues da Silva. Doutor em Educação, ele integra o corpo docente do curso de Graduação em  Educação Física e de Pós-Graduação Lato- Sensu em Educação Física Escolar Ronaldo coordena o LAPEDEF – Laboratório de Práticas Pedagógicas do Curso de Educação. Nessa entrevista, ele fala das iniciativas de sua instituição de ensino no âmbito dos programas de atendimento ao idoso e fala sobre os resultados práticos da capoterapia.
Como o senhor avalia o programa de capoterapia desenvolvido na Católica?
De excelência, pois é reconhecida no Brasil nos programas de extensão em todas as
Universidades do País. Por isso, é uma, atividade com alto nível de procura pela clientela da terceira idade
Quais são os benefícios que a capoterapia tem trazido para o bem estar físico e mental dos idosos atendidos na Católica.
Afetividade pela união dos participantes em grupos e melhorias das qualidades físicas e mentais. O aspecto social é um ponto forte nesse processo, o prazer, a satisfação e a alegria de poder ocupar seu devido espaço na Física sociedade.
As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da auto-estima e do prazer de viver.
Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.
O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.
Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”,Gincana do Afeto  onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?” Gincanas do Afeto nas escolas
Maiores informações 061 3475-2511 ou 99622511 mestre Gilvan 


Ceilândia 
2ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 05 Ceilândia    Mestre Gilvan
2ª e 4° feira às 10:30h Cantinho do Girassol rua do Bombeiro de Ceilândia Paulo Henrique
 61 9528-0103 
3ª feira às 07:30h – Centro de Saúde n.º 07 QNO    Mestre Barto
2ª a 6ª feira 16 ás 18 h Centro Olímpico Parque Vaquejada Ceilândia Prof. Willian   
3ª e 5ª feira 08 ás 09 h Centro Olímpico Parque Vaquejada Ceilândia Prof. Willian
4ª e 6ª feira 08 ás 11 h Centro Olímpico Parque Vaquejada Ceilândia Prof. Willian

Taguatinga
3ª  feira às 08:00h – Sede Ladainha QNL 30 Cj “A” Lotes 31/33 Tia Sonia
3ª feira às 08:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão
3ª feira às 19:30h – Sede Ladainha QNL 30 Cj “A” Lotes 31/33 Mestres Gilvan e Jacaré
4ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 02 Praça do Bicalho     Mestre Gilvan
4ª feira às 09:30h – Abrapec  QNA 32  Taguatinga          Mestre Gilvan
5ª feira às 08:00h – Sede Ladainha QNL 30 Cj “A” Lotes 31/33 Mestre Gilvan
5ª feira às 09:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão  Mestre Gilvan
5ª feira às 19:30h – Sede Ladainha QNL 30 Cj “A” Lotes 31/33 Mestres Gilvan e Jacaré
6ª feira às 08:00h – Centro de Saúde nº 6 Tag Sul  Prof. Patrícia
6ª feira às 09:30h – Universidade Católica de Brasília / Bloco G UnATI    Mestre Gilvan
5ª feira às 18:00h – Taguaparque Pistão Norte (Administração)    Mestre Gilvan

Núcleo Bandeirante
6ª feira às 15:00h – Salão da Igreja São João Bosco – N. Bandeirante

Asa Sul
5ª feira às 07:30h – Centro de Saúde 613 sul Mestre Risomar  61 8203-3047 ou 96771814


Novas instalações na área de lazer do Parque da Cidade


  Ailane Silva, da Agência Brasília

Novas instalações na área de lazer do Parque da CidadeFoto: Divulgação
Os vestiários feminino e masculino serão entregues neste domingo (3). Já a reforma dos 48 banheiros começa na próxima semana
Os visitantes do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek podem contar, a partir deste domingo (3), com os dois vestiários, masculino e feminino, da área de lazer completamente reformados. A Secretaria de Estado de Esporte aplicou R$ 200 mil na troca de pisos e vasos sanitários e na manutenção da parte elétrica e hidráulica, além de chuveiros novos que possuem regulagem de temperatura. Após a inauguração dessas obras, a pasta dará início à revitalização dos 48 banheiros, localizados em 16 estações.
 
"Essa reforma é uma reivindicação antiga dos frequentadores do parque. A secretaria está empenhada em resolver essa questão para aumentar a qualidade de vida dos atletas, além de oferecer infraestrutura adequada para a prática esportiva", enfatiza o secretário de Esporte, Julio Ribeiro.
 
A revitalização incluiu a troca das portas, válvulas de descarga, espelhos, telhas e calhas. Apenas a estrutura física foi reaproveitada. Já os espaços destinados às pessoas com necessidades especiais receberam adaptações para garantir acessibilidade.
 
A reforma dos banheiros ocorrerá em etapas e deverá ficar pronta em 60 dias. Quatro estações serão interditadas por vez para que pelo menos 12 delas possam ser utilizadas pelos frequentadores.
 
Parque da Cidade - Conhecido como o pulmão de Brasília, o parque possui 4,2 milhões de m² de extensão. O local recebe em média 40 mil pessoas por dia, de segunda a sexta-feira; 60 mil aos sábados; e 80 mil aos domingos.

Começa fiscalização em casas noturnas e boates do DF


  Da Redação

Começa fiscalização em casas noturnas e boates do DFFoto: Brito
A primeira operação do ano vistoriou 30 locais e interditou 16 em Ceilândia, Lago Sul, Estrutural, Guará e Itapoã

O GDF, por meio da Agência de Fiscalização do DF (Agefis), iniciou, na noite dessa quinta-feira (31), a primeira operação de fiscalização a bares e casas noturnas do Distrito Federal. Ao todo foram vistoriados 30 locais, destes, 16 foram interditados em Ceilândia, Lago Sul, Estrutural, Guará e Itapoã.

O cronograma de ações fiscais já estava previsto para o início de fevereiro, mas a pedido do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, foi adiantado em virtude da tragédia ocorrida na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Em parceria com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do DF, o trabalho foi realizado simultaneamente nas cidades. Os estabelecimentos que descumprirem a licença de funcionamento poderão ser interditados, multados e, em caso de resistência, os responsáveis poderão ser encaminhados à delegacia.


Número de vistorias e interdições durante a operação:

Ceilândia – 13 vistoriados e seis interditados.

Lago Sul – quatro vistoriados e um interditado.

Estrutural – dois vistoriados e um interditado.

Guará – um interditado.

Itapoã – seis vistoriados e quatro interditados.

Jornal Daqui DF

JORNAL DAQUI DF =- EDIÇÃO 133