DAQUI, o Jornal do Distrito Federal

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

POEMAS

 Versos

Que minhas palavras não esbarrem
Na incompreensão
Pois é tempo de supera velhos
Dogmas do coração

E que o brilho do meu olhar não
Se perca na busca do teu
Ainda que distante

Que meu encanto não revele
Meu planto, mesmo em face
Ao meu desencanto

E que meu riso não corrompa sua
Tristeza. Mais que o medo da dor
Não nos impeça de amar

Que meus versos não se tornem profanos,
Nem sejam ouvidos com louvor
Mais com simples palavras de
Um homem inundado de amor
                             Por: Bernardo maranhão



                     Vans caminhos

Tenho a alma debuxada sobre espinhos,

E os pés sangrando, por percorrem vans

Caminhos.

Carrego na boca, a sede de palavras que

Traduzam o que sinto,

E nos ouvidos, o silêncio de declarações

Verdadeiras, dos amores que me cortejaram,

Nos momentos em que a felicidade sorrira

Pra mim. Na grande peça do teatro da vida

Onde fui coadjuvante das paixões que amei

E protagonista das desilusões que vivi.  


                                    Por : Bernardo Maranhão




Para a equipe do jornal com o apreço do autor

Muito obrigado e um grande abraço

Bernardo Maranhão

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